Banda Begin no Brasil – Imperdível!

 

 

 

Queridos alunos(as) e leitores(as) do blog é com grande prazer que informo que a Banda Begin fará show em São Paulo este ano.

 

Para os que não conhecem a banda, eles são da província de Okinawa. A banda é formada por Eisho Higa (vocal), Masaru Shimabukuro (guitarra) e Hitoshi Uechi (piano) e o estilo de som é uma mistura da música tradicional de Okinawa com um toque mais moderno e com o acompanhamento do sanshin – instrumento musical típico de Okinawa, semelhante ao shamisen.

 

Para quem quer conhecer o som da Banda Begin, segue uma de suas músicas mais populares Sanshin no Hana.

 

Em São Paulo show acontecerá dia 08 de Novembro e será realizado no Auditório Anhembi. No banner do evento segue mais informações, ou se preferir acesse o site da Banda Begin – www.bandabegin.com.br
 

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Corra para comprar seu ingresso!

 

 

Sensei Márcio

 “Ichariba Choode”

”Quando juntos, somos todos irmãos”

 

 

 

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1º Treino Especial de 2011

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Obrigado

Sensei Flávio pela visita, correções, elogios e por ter aceito, humildemente, o convite da Associação Choode Dojo para ministrar a Aula Especial.

Agradecimento especial, para o Sensei Márcio, por nos ensinar o verdadeiro Karate Budô.

Que esta seja a primeira de muitas aulas Especiais que nossa Associação organizará.

Felicidades, saúde, paz, humildade, amizade, união e coragem são os votos da Associação Choode Dojo.

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Um bom líder, pouco faz para aparecer.

Liderança!

Conta-se que um homem foi à procura de um famoso mestre em busca de conhecimento para a sua iluminação interior. Ao chegar na casa do mestre, expôs o motivo pela qual se encontrava ali. E se pôs a falar ininterruptamente dos lugares por onde passou, dos mestres que já encontrou e do que pensava sobre a vida.

Enquanto este homem falava, o mestre começou a servir a xícara de chá destinada ao homem falante até encher. Mesmo depois de cheia, continuou a servir, fazendo transbordar chá da xícara. O visitante, surpreso com que vê, julgando estar à frente de um velho caduco, interrompe a conversa e chama a atenção do mestre: O senhor não percebe que está desperdiçando o chá? E o mestre: E tu está desperdiçando teu tempo comigo. Diante do tanto que falou de ti e do que acreditas, penso que eu, na minha humilde sabedoria, não tenho nada para te ensinar.
Utilizo este conto aqui para reforçar o quanto é importante assumirmos uma atitude humilde, portanto, aberta ao aprendizado e ao saber. trabalho-em-equipe

Sabedoria é um paradoxo, passam-se os anos e concluímos que não sabemos nada sobre as coisas da vida e sobre nós mesmos. No entanto, contrariando esta natureza paradoxal que é a sabedoria, fomos moldados a partir da crença de que devemos ser auto-suficientes a ponto de acreditar que sabemos de tudo e que, portanto, não necessitamos da ajuda de ninguém.

Deste modo, incorporamos o hábito da perfeição que nos exige, a todo o momento, uma postura rígida e alerta para não errar ou falhar.  Ao viver assim, bloqueamos a nossa espontaneidade, a criatividade e a leveza na vida. Haja dor e tensão no corpo!

Não existe estímulo maior para um ser humano sentir-se pertencente e atuante numa equipe, em outras palavras, sentir-se valorizado. Por isso, equipes de alta performance são aquelas em que a liderança estimula a autonomia em seus liderados, pois o êxito de qualquer projeto depende das soluções apresentadas. Tais equipes necessitam de um líder que sabe que não sabe de tudo e que acredita que quanto mais pensadores competentes ao seu redor, maiores as chances de êxito nos empreendimentos. E, conseqüentemente, menos trabalho para ele!

Equipes com baixo desempenho sofrem da “sindrome de chefite”, cujos sintomas se apresentam em forma de apatia, desânimo, medo e falta de criatividade, pois possuem um chefe centralizador e, não raras vezes, agressivo.
Uma pessoa que maltrata seus liderados, na realidade, esconde por trás da máscara da bravata muita insegurança, carência e medo de perder o controle sobre as pessoas. Para manter o poder é capaz de articular jogos de intrigas visando “fritar” alguém que julga ser uma ameaça ao seu status quo.  Trata-se de um verdadeiro idiota afetivo.
Um bom líder assume que não sabe de tudo, e por isso, não tem um pingo de constrangimento em assumir tal ignorância. Sua competência é saber motivar os talentos e coordenar as linhas de ação da equipe sem medo ou receio de que alguns destes talentos venham a lhe ameaçar o seu lugar.

liderança

Líder é aquele que se esforça para dar o pontapé inicial deixando o resto da partida por conta da equipe. Quase não aparece, pois confia na eficácia da equipe.

Já o chefe se apresenta como o dono da bola e que, por isso, a equipe terá de agüentá-lo durante a partida toda com ele jogando no time.  E como se não bastasse, fazendo o possível para que ele marque o gol, ou na pior das hipóteses, que ele seja pelo menos o melhor em campo.

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9º Okinawa Festival

No sábado passado ( 06/08 ) tivemos a honra de participar do 9º Okinawa Festival, realizado na Vila Carrão.

Juntamente com as outras Associações Filiadas ao Sensei Flávio Vicente (JYUREIKAN E JINBUKAI)

Sensei Márcio Santos e alguns de seus alunos, participaram da foto coletiva de todos os que se apresentaram no evento.

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Com muito espírito, kimê e concentração, as Associações participantes conseguiram mostrar o verdadeiro BUDO do Karate e Kobudo de Okinawa.

Com técnicas de kumite ,Tameshiwari (quebramento), Kote Kitai, kata e muita coletividade e espírito de uchinaguchi.

Dá orgulho de ser um karateca e de praticar o verdadeiro Karate e Kobudo de Okinawa.

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Sensei Márcio

O MEU OBJETIVO NO KARATE E KOBUDO DE OKINAWA, depois de alguns anos de treinamento com o Sensei Flavio  quero passar a mensagem  de vida útil, minha meta nao é ensinar pessoas a serem lutadores e tornar um mundo mais violento, meus objetivos são tornar esse mundo, um lugar melhor de se viver, passar aos alunos  de karate e kobudo de okinawa  a oportunidade de que façam as escolhas certas, ensinar-lhes uma filosofia de vida, educá-los para que se tornem cidadãos úteis e que repasem paras seus futuros discípulos, o verdadeiro conhecimento desta arte, bem diferente das intenções meramente comerciais das academias e associações que então existem no Brasil.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                O budo — o espírito das artes marciais — dispensa competições. O verdadeiro budoka (praticante do budo) não luta para vencer; ele pratica o caminho (a arte) para defender a vida. Ainda que se trate de uma arte competitiva , o verdadeiro artista marcial sabe que a essência de sua arte está contida na essência do budo, isto é, proteger a vida e aproximá-la de Deus (ou Tao ou Ki Universal). Para o budoka, viver sem seguir estes preceitos é viver pela metade ou viver superficialmente. O treinamento meramente técnico ou competitivo também conduz a essa superficialidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sensei José – Crianças e o Karate

O Karate tradicional oferece aos jovens a oportunidade de atingirem um equilíbrio harmónico entre o corpo e a mente. De fato, no Karate, encontram-se todos os elementos essenciais da psico-motricidade.

A grande riqueza do programa técnico inclui, para além da ginástica funcional preparatória (Taiso), exercícios individuais (Kihon e Kata) e exercícios com um parceiro (Kumite).

O Kihon e o Kata ensinam às crianças como aproveitar ao máximo as potencialidades dos seus corpos. Além disso este treino permite às crianças ganhar auto-confiança, graças ao continuo ultrapassar de limites que eles consideravam inultrapassáveis. Com o estudo do Kumite as cranças aprendem a lidar com as realções interpessoais, a reconhecer o parceiro como alguém, a um tempo, diferente e igual e, também a criarem numa combinação de solidariedade e cooperação, uma atmosfera de amizade e de respeito profundamente enraizado.

Com o decorrer do tempo a mentalidade adquirida durante os treinos vai-se interiorizando até se tornar uma norma de vida. É fácil de compreender como os valores enfatizados na prática desta disciplina podem ser usados em cada momento da vida de forma a enfrentar os estudos, relações interpessoais e todos os tipos de obstáculos com a serenidade originada na confiança nas suas próprias capacidades e no respeito por si próprio e pelos outros, indicação segura de uma profunda maturidade interior.

 

Fonte: Centro de Artes Orientais

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